domingo, 19 de setembro de 2010

ALEXANDRINHA BARRETO FERREIRA CHAVES, ESPOSA DE FEREIRA CHAVES


ALEXANDRINHA BARRETO FERREIRA CHAVES, natural da povoação de Barriguda, na época, encravada no território municipal de Martins-RN,atual cidade de Alexandria-RN, nascida a 5 de outubro de 1854, filha de Domingos Velho Barreto e de Ignácia Francisca de Albuquerque.

De acordo com o livro do advogado GEORGE VERAS diz o seguinte: “Segundo relato apresentado em 8 de julho de 2005 por seu sobrinho bisneto, Aldo Barreto de Paiva, residente em Nata-RN, com 85 anos de idade, Alexandrina, ainda muito jovem, estava nop Sítio Curral Velho, conduzindo uma lata d’água na cabeça quando dela se aproximou o Dr. Joaquim Ferreira Chaves Filho, pernambucano e, na época Promotor de Justiça da Comarca de MAIORIDADE (Martins).

Narra ainda Aldo Barreto que, deimediato, Ferreira Chaves ficou encantado com a jovem, por quem se disse apaixonado. Ao ouvir Alexandrina afirmar que não sentia paixão por ele, o Promotor insistiu na tentativa de conquista, terminando por pedir a pretendida em casamento, quando então, recebeu resposta positiva.

E, assim, em 9 de fevereiro de 1875, na cidade de Imperatriz (Martins), ocorreu o casamento religioso de JOAQUIM Ferreira Chaves Filho e Alexanadrina Barreto, a qual acrescentou ao seu nome os patronímicos Ferreira Chaves, havendo nascido, dessa união, Cindinato, Maria Luiza, Maria de Lourdes e José Barreto Ferreira Chaves, este último o único a alcançar a vida adulta.

Vítima de moléstia de Addison, decorrente de uma gripe, Dona Alçexandrina faleceu em 10 de janeiro de 1921, às 11:00 horas, na sua residência, situada na Rua Conde do Bonfim, nº 70, na cidade do Rio de Janeiro, aos 66 anos, sendo o registro de óbito lavrado, na mesma data, as fls. 82 verso, do livro C-113, sob o nº 63, da atual 8ª Circunscriçãodo Registro Civil das pessoas Naturais e Tabelionato, do Bairro da Tijuca. O sepultamento ocorreu no Cemitério São Francisco Xavier, Caju, na então capital da Reública

Casou-se em 9 de fevereiro de 1875 com Joaquim Ferreira Chaves (15/10/1852 – 12/3/1937


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QUOCIENTE ELEITORAL PARA DEPUTADO FEDERAL

No pleito eleitoral de 2002 o saudoso Eneas do PRONA foi eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, com 1573.642 votos, elegendo todos os candidatos de seu partido: AMAURI GASQUER, com 18421 votos; ELIMAR, com 484; ILDEU ARAÚJO, com 182 votos; PROFESSOR ARAPUAN TEIXEIRA, com 673 votos; e WANDERLEY ASSIS, com 275. Nessa situação, caso se um candidato do Prona tivesse conquistado apenas um voto teria sido eleito, num total desrespeito ao eleitor. Portanto sou de acordo que seja feita uma reforma na Justiça Eleitoral e uma delas diz respeito no quociente eleitoral, passe a ser por voto corrido.

Para se saber com quanto votos um candidato a deputado federal precisa para ser eleito aqui no Estado do Rio Grande do Norte precisa para ser eleito, basta dividir dois mil milhões, número de eleitores, por 8, quantidade de cadeiras existentes para o Rio Grande do Norte – 250 mil votos, porém, nenhum candidato chega a essa quantidade, primeiro porque desse dois mil milhões de votos, apenas 70 % são válidos; segundo, vai depender do quociente eleitoral. Se no maior colégio eleitoral do país que é São Paulo, o senhor ILDEU ARAÚJO foi eleito com apenas 182 votos, imagine aqui no Rio Grande do Norte, porém, depende muito das conseqüências eleitorais. Vamos fazer um exemplo, caso 1.700.00 votos sejam válidos, o quociente eleitoral é equivalente a 212 mil votos, caso uma coligação conquiste 636 mil votos, automaticamente faz 3 deputados federais, sendo que o candidato “A” conquistou 350 mil votos; candidato “b” obter 250 mil votos; e o candidato “c” conquiste apenas 12 mil votos, mas mesmo assim será eleito. Enquanto, os candidatos de tal coligação somados os votos somou a importância de 211.999 votos, sendo que o mais votado obteve 200 mil, não será eleito, tendo em vista que essa coligação não fez o quociente eleitoral que é de 212 mil votos. Para aquele que tem “QI LIMITADO”, ressalto que apenas estou citando um exemplo.

No pleito eleitoral de 2002 o saudoso Eneas do PRONA foi eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, com 1573.642 votos, elegendo todos os candidatos de seu partido: AMAURI GASQUER, com 18421 votos; ELIMAR, com 484; ILDEU ARAÚJO, com 182 votos; PROFESSOR ARAPUAN TEIXEIRA, com 673 votos; e WANDERLEY ASSIS, com 275. Nessa situação, caso se um candidato do Prona tivesse conquistado apenas um voto teria sido eleito, num total desrespeito ao eleitor. Portanto sou de acordo que seja feita uma reforma na Justiça Eleitoral e uma delas diz respeito no quociente eleitoral, passe a ser por voto corrido.

Para se saber com quanto votos um candidato a deputado federal precisa para ser eleito aqui no Estado do Rio Grande do Norte precisa para ser eleito, basta dividir dois mil milhões, número de eleitores, por 8, quantidade de cadeiras existentes para o Rio Grande do Norte – 250 mil votos, porém, nenhum candidato chega a essa quantidade, primeiro porque desse dois mil milhões de votos, apenas 70 % são válidos; segundo, vai depender do quociente eleitoral. Se no maior colégio eleitoral do país que é São Paulo, o senhor ILDEU ARAÚJO foi eleito com apenas 182 votos, imagine aqui no Rio Grande do Norte, porém, depende muito das conseqüências eleitorais. Vamos fazer um exemplo, caso 1.700.00 votos sejam válidos, o quociente eleitoral é equivalente a 212 mil votos, caso uma coligação conquiste 636 mil votos, automaticamente faz 3 deputados federais, sendo que o candidato “A” conquistou 350 mil votos; candidato “b” obter 250 mil votos; e o candidato “c” conquiste apenas 12 mil votos, mas mesmo assim será eleito. Enquanto, os candidatos de tal coligação somados os votos somou a importância de 211.999 votos, sendo que o mais votado obteve 200 mil, não será eleito, tendo em vista que essa coligação não fez o quociente eleitoral que é de 212 mil votos. Para aquele que tem “QI LIMITADO”, ressalto que apenas estou citando um exemplo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

QUOCIENTE (RESULTADO DE UMA DIVISÃO)PARA DEPUTADO ESTADUAL

O Estado do Rio Grande do Norte com mais de dois milhões de eleitores. Para se saber com quanto votos são precisos uma candidato a deputado estadual ser eleito, basta dividir 2 milhões, por 24, número de cadeiras na Assembleia Legislativo, cujo resultado é 83 mil votos. Portanto essa conversa que candidato tal se conseguir 15 votos está eleito é conversa fiada. Uma pessoa pode ser leita até mesmo com menos votos, caso um candidato, da mesma coligação conquiste mais votos do que o necessário, daí, esses sufrágios vão para o segundo colocado, como foi o caso do saudoso deputado federal pelo Rio de Janeiro que conquistou um milhão e meio de votos, se elegendo e elegendo todos os candidatos de sua coligação, cujo o último, apenas obteve 193 votos.
Um exemplo: Agnelo Alves obter 120 mil; Germano de Caicó, conquiste 50 mil e Sargento Regina 20 mil, somando 190 mil.Se votar os dois milhões, o que realmente não acontece, mas vamos trabalhar com a quantidade de eleitores daí estão eleitos AGNELO e GERMNO , sobrando aí mais de 10 votos, cuja quantidade, somando com os votos dos demais candidatos, caso chegue aos 83 mil, daí REGINA ou qualquer outro que venha ser o 3º colocado estará eleito.
VOU ARRISCAR QUEM SERÃO OS 4 MAIS VOTADOS NA COLIGAÇÃO DA SARGENTO REGINA:
1º - AGNELO ALVES -80 mil
2º - GERMANO - 35 mil
3º - SGT REGINA - 25 mil
4º - FLAVIANO - 15 mil
Nessa condição, Regina pode ser eleita, tendo em vista que pela dificuldade do eleitor votar, principalmente para deputado estadual, no máximo votará um milhão de eleitores, sendo necessário cerca de 43 mil votos. Nesse caso, a sobra de Agnelo elegeria Germano e Regina. Vamos esperar os resultados das urnas do dia 3 de outubro.
No caso de Flaviano de Apodi, precisará que os outros candidatos conquiste uma quantidade de 35 mil votos, daí essa coligação elegeria 4 deputados

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

QUOCIENTE DE INTELIGÊNCIA (ABREVIADO PARA QI, DE USO GERAL)

Quociente de inteligência (abreviado para QI, de uso geral) é uma medida obtida por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas (inteligência) de um sujeito, em comparação ao seu grupo etário. A medida do QI é normalizada para que o seu valor médio seja de 100 e que tenha um determinado desvio-padrão, como 15.
Os testes de inteligência surgiram na China, no século V, e começaram a ser usados cientificamente na França, no século XX.

Em 1905, Alfred Binet e o seu colega Theodore Simon criaram a Escala de Binet-Simon, usada para identificar estudantes que pudessem precisar de ajuda extra na sua aprendizagem escolar. Os autores da escala assumiram que os baixos resultados nos testes indicavam uma necessidade para uma maior intervenção dos professores no ensino destes alunos e não necessariamente que estes tivessem inabilidade de aprendizagem (ver comentários sobre isso em "Observações"). Esta opinião ainda é defendida por alguns autores modernos que não são da área psicométrica. No seu artigo New Methods for the Diagnosis of the Intellectual Level of Subnormals Binet relata:

This scale properly speaking does not permit the measure of the intelligence, because intellectual qualities are not superposable, and therefore cannot be measured as linear surfaces are measured, but are on the contrary, a classification, a hierarchy among diverse intelligences; and for the necessities of practice this classification is equivalent to a measure.[1]

Em 1912, Wilhelm Stern propôs o termo “QI” (quociente de inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos "idade mental" e "idade cronológica". Stern propôs que o QI fosse determinado pela divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com idade cronológica de 10 anos e nível mental de 8 anos teria QI 0,8, porque 8 / 10 = 0,8.

Em 1916, Lewis Madison Terman propôs multiplicar o QI por 100, a fim de eliminar a parte decimal: QI = 100 x IM / IC, em que IM = idade mental e IC = idade cronológica. Com esta fórmula, a criança do exemplo acima teria QI 80.

A classificação proposta por Lewis Terman era a seguinte:

* QI acima de 140: Genialidade
* 121 - 140: Inteligência muito acima da média
* 110 - 120: Inteligência acima da média
* 90 - 109: Inteligência normal (ou média)
* 80 - 89: Embotamento
* 70 - 79: Limítrofe
* 50 - 69: Cretino

Sendo assim a formula exata do QI : QI = \frac{Idade Mental}{Idade Cronologica} x 100

Em 1939, David Wechsler criou a primeiro teste de QI desenvolvido explicitamente para adultos, tendo abandonado o sistema da divisão da "idade mental" pela cronológica (metódo que não faria grande sentido para adultos). Em vez disso, os testes passaram a ser calibrados de forma a que o resultado médio fosse 100, com um desvio-padrão de 15.

Em 2005, o teste de QI mais usado no mundo foi o Raven Standard Progressive Matrices. O teste individual mais usado é o WAIS-III. O teste de Q.I. individual mais administrado em pessoas de 6 a 16 anos é o WISC-III (Escala de Inteligência Wechler para Crianças), originalmente desenvolvido em 1949, revisado em 1974 (WISC-R), 1991 (WISC-III) e 2003 (WISC-IV). Tanto o WAIS quanto o WISC foram criados por David Wechsler. A última versão do WAIS consiste em 14 subtestes destinados a avaliar diferentes faculdades cognitivas. O WISC é constituído por 13 subtestes. Os subtestes são subjetivamente estratificados em dois grupos: escala verbal e escala de execução (também chamada escala performática), contudo os estudos objetivos, baseados em Análise Fatorial, não oferecem respaldo à classificação subjetiva em vigor.

A classificação, originalmente proposta por Davis Wechsler era a seguinte:

* QI acima de 127: Superdotação
* 121 - 127: Inteligência superior
* 111 - 120: Inteligência acima da média
* 91 - 110: Inteligência média
* 81 - 90: Embotamento ligeiro
* 66 - 80: Limítrofe
* 51 - 65: Debilidade ligeira
* 36 - 50: Debilidade moderada
* 20 - 35: Debilidade severa
* QI abaixo de 20: Debilidade profunda

Outro teste de Q.I. comumente utilizado em crianças é a Escala de Bailey de desenvolvimento infantil.
FONTE - SITE WIKIPÉDIA

COEFICIENTE DE GENI

O que é

Desenvolvido pelo matemático italiano Corrado Gini, o Coeficiente de Gini é um parâmetro internacional usado para medir a desigualdade de distribuição de renda entre os países.

O coeficiente varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo do zero menor é a desigualdade de renda num país, ou seja, melhor a distribuição de renda. Quanto mais próximo do um, maior a concentração de renda num país. O índice Gini é apresentado em pontos percentuais (coeficiente x 100).

O Índice de Gini do Brasil é de 54,4 (ou 0,544 relativo ao ano de 2008, divulgado em 2009) o que demonstra que nosso país tem uma alta concentração de renda.

Índice de Gini de outros países:

- Argentina: 49 (2007)
- China: 47 (2007)
- Alemanha: 27 (2006)
- México: 47,9 (2006)
- Paraguai: 56,8 (2008)
- Noruega: 25 (2008)
- Portugal: 38,5 (2008)
- Estados Unidos: 45 (2007)
- França: 32,7 (2008)