domingo, 19 de setembro de 2010

QUOCIENTE ELEITORAL PARA DEPUTADO FEDERAL

No pleito eleitoral de 2002 o saudoso Eneas do PRONA foi eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, com 1573.642 votos, elegendo todos os candidatos de seu partido: AMAURI GASQUER, com 18421 votos; ELIMAR, com 484; ILDEU ARAÚJO, com 182 votos; PROFESSOR ARAPUAN TEIXEIRA, com 673 votos; e WANDERLEY ASSIS, com 275. Nessa situação, caso se um candidato do Prona tivesse conquistado apenas um voto teria sido eleito, num total desrespeito ao eleitor. Portanto sou de acordo que seja feita uma reforma na Justiça Eleitoral e uma delas diz respeito no quociente eleitoral, passe a ser por voto corrido.

Para se saber com quanto votos um candidato a deputado federal precisa para ser eleito aqui no Estado do Rio Grande do Norte precisa para ser eleito, basta dividir dois mil milhões, número de eleitores, por 8, quantidade de cadeiras existentes para o Rio Grande do Norte – 250 mil votos, porém, nenhum candidato chega a essa quantidade, primeiro porque desse dois mil milhões de votos, apenas 70 % são válidos; segundo, vai depender do quociente eleitoral. Se no maior colégio eleitoral do país que é São Paulo, o senhor ILDEU ARAÚJO foi eleito com apenas 182 votos, imagine aqui no Rio Grande do Norte, porém, depende muito das conseqüências eleitorais. Vamos fazer um exemplo, caso 1.700.00 votos sejam válidos, o quociente eleitoral é equivalente a 212 mil votos, caso uma coligação conquiste 636 mil votos, automaticamente faz 3 deputados federais, sendo que o candidato “A” conquistou 350 mil votos; candidato “b” obter 250 mil votos; e o candidato “c” conquiste apenas 12 mil votos, mas mesmo assim será eleito. Enquanto, os candidatos de tal coligação somados os votos somou a importância de 211.999 votos, sendo que o mais votado obteve 200 mil, não será eleito, tendo em vista que essa coligação não fez o quociente eleitoral que é de 212 mil votos. Para aquele que tem “QI LIMITADO”, ressalto que apenas estou citando um exemplo.

No pleito eleitoral de 2002 o saudoso Eneas do PRONA foi eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, com 1573.642 votos, elegendo todos os candidatos de seu partido: AMAURI GASQUER, com 18421 votos; ELIMAR, com 484; ILDEU ARAÚJO, com 182 votos; PROFESSOR ARAPUAN TEIXEIRA, com 673 votos; e WANDERLEY ASSIS, com 275. Nessa situação, caso se um candidato do Prona tivesse conquistado apenas um voto teria sido eleito, num total desrespeito ao eleitor. Portanto sou de acordo que seja feita uma reforma na Justiça Eleitoral e uma delas diz respeito no quociente eleitoral, passe a ser por voto corrido.

Para se saber com quanto votos um candidato a deputado federal precisa para ser eleito aqui no Estado do Rio Grande do Norte precisa para ser eleito, basta dividir dois mil milhões, número de eleitores, por 8, quantidade de cadeiras existentes para o Rio Grande do Norte – 250 mil votos, porém, nenhum candidato chega a essa quantidade, primeiro porque desse dois mil milhões de votos, apenas 70 % são válidos; segundo, vai depender do quociente eleitoral. Se no maior colégio eleitoral do país que é São Paulo, o senhor ILDEU ARAÚJO foi eleito com apenas 182 votos, imagine aqui no Rio Grande do Norte, porém, depende muito das conseqüências eleitorais. Vamos fazer um exemplo, caso 1.700.00 votos sejam válidos, o quociente eleitoral é equivalente a 212 mil votos, caso uma coligação conquiste 636 mil votos, automaticamente faz 3 deputados federais, sendo que o candidato “A” conquistou 350 mil votos; candidato “b” obter 250 mil votos; e o candidato “c” conquiste apenas 12 mil votos, mas mesmo assim será eleito. Enquanto, os candidatos de tal coligação somados os votos somou a importância de 211.999 votos, sendo que o mais votado obteve 200 mil, não será eleito, tendo em vista que essa coligação não fez o quociente eleitoral que é de 212 mil votos. Para aquele que tem “QI LIMITADO”, ressalto que apenas estou citando um exemplo.

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